Boas notícias
Leitores estão em busca de boas notícias. A informação, ontem, da abertura de uma unidade Grupo Super Muffato (hoje), repercutiu muito. E no site da FOLHA foi a mais acessada (mais de 1,8 mil só na parte da manhã). Em segundo lugar ficou outra notícia sobre investimento: a da indústria Brasbiofuel.

Nedson místico
O prefeito Nedson Micheleti (PT), de Londrina, pensa em retomar o curso de Teologia e, pelo jeito, não descarta a hipótese de se formar padre. Ele revelou esta possibilidade a um amigo, esta semana, enquanto visitavam obras da Prefeitura.

Faz sentido
Dias atrás, em momento de descontração, durante visita à FOLHA, Nedson disse que não tem tempo para namorar. Tem se dedicado à administração e política. Diante da provocação, prometeu que só vai pensar no assunto, ‘‘após 2009’’, naturalmente ao término do mandato.

‘Benfazejo’
O amigo de Nedson garante que ele tem perfil. ‘‘Seu caráter conciliador e o jeito calmo, são inerentes à personalidade de pessoas que inclinam para a espiritualidade’’, define. E sugere: ‘‘observem melhor as atitudes de Nedson, ele é de boa índole’’.

E os pecados?
Mas, apesar dessas qualidades, o sonho de Nedson (ainda é sonho, ressalve-se) certamente, não passaria incólume às críticas de adversários. Eles diriam que Nedson tem mais é que se redimir de pecados, muitos pecados. Outros diriam que terá de fazer muita penitência. Mas adversários são adversários.

Revelação é inédita
Detalhe importante: é a primeira vez que o cidadão e o político Nedson faz essa revelação. O fato é que Nedson foi seminarista e interrompeu seu curso de Teologia, que pode ser retomado. Porém, uma pergunta: afinal, Nedson tem ou
não namorada?

Agressão no Colégio
Atenção secretarias da Educação do Estado e Município. Terça-feira à noite, a diretora de um colégio de Londrina foi agredida por um aluno, um marmanjo de uns 20 anos. Ela foi socorrida por outros professores e pelo irmão.

Clima de medo
Agressões contra professores são constantes. No caso da diretora, ela não registrou queixa temendo represálias. O clima é de medo. Até quando o Estado vai ignorar esses absurdos? Omissão é conivência.

Alô Maurício e Carmen Lúcia
Será que essas notícias chegam ao secretário Maurício Requião? E a professora Carmen Lúcia, da Secretaria Municipal, não se incomoda com isso? Ou não tem conhecimento? Como Lula, não sabem de nada.

Pedidos de informações
A bronca na Assembléia Legislativa por causa dos pedidos de informações ao governo do Estado está longe de acabar. Ontem, Tadeu Veneri (PT) conseguiu que o plenário aprovasse um pedido de informação para esclarecer desvios de recursos na Secretaria do Trabalho, Emprego e Promoção Social. O líder governista, Luiz Cláudio Romanelli (PMDB), não gostou e disse que está ocorrendo uma ‘‘banalização’’ dos pedidos na Casa.

Bombeiro
Veneri e Romanelli discutiam enquanto o peemedebista Alexandre Khury tentava fazer o papel de bombeiro, afirmando que o secretário Nelson Garcia (Trabalho) poderia ir até a Assembléia esclarecer as denúncias, se necessário.

Salários divididos
Garcia diz que não existem funcionários ‘‘fantasmas’’ na pasta, o que ele verificou foi que havia divisão de salários entre funcionários para que um fizesse o trabalho do outro. Segundo Garcia, ele está acabando com essa prática.

‘Xô, CPMF’
Além do site www.impostometro.com.br, que mostra quanto o brasileiro paga de impostos, outro site promete chamar a atenção do contribuinte: www.xocpmf.com.br. A proposta do site é defender o fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentações Financeiras, criada para gerar recursos para a saúde.

Fazendo história
A CPMF foi concebida como provisória é já é cobrada há mais de dez anos. O site define a CPMF como ‘‘um jeito que arrumaram para você pagar para usar o seu dinheiro. É uma armadilha: você precisa dos bancos para guardar seu dinheiro e pagar suas contas, inclusive os impostos, e aí tem que pagar para poder fazer tudo isso’’.

196 bilhões
Em tempo: segundo o Impostômetro, o brasileiro já pagou em impostos, desde o início de janeiro até agora, a astronômica quantia de R$ 196 bilhões.

Vida de prefeito
Em entrevista a um programa de TV, um prefeito da Região Metropolitana de Curitiba, que ganha cerca de R$ 19 mil por mês, justificou que isso acontece devido à ‘‘responsabilidade’’ que o cargo exige. E desde quando salário de político é garantia de responsabilidade?

Perguntinha
A grande diversão em Brasília nos últimos dias foi o ‘‘paredão’’ do Big Brother do Ministério da Agricultura?

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