INFORME FOLHA
Desemprego e violência
Qual o maior problema da cidade, na opinião do londrinense? Segundo pesquisa da Ímpar Inteligência de Mercado e Inbrape, o desemprego é o maior problema das pessoas de todas as idades e sexo. Em segundo lugar vem a violência urbana.
Saúde, educação...
Saúde, educação e habitação vêm logo em seguida. A pesquisa foi feita em vários pontos da região central da cidade, onde ocorre maior fluxo de pessoas de localidades diferentes. Foram ouvidas 300 pessoas.
Emprego é fundamental
Conforme o professor Cláudio Chiusoli, que coordenou os trabalhos, a pesquisa reflete uma situação conjuntural, cuja solução depende de políticas públicas locais. A criação de emprego (que gera salário, que movimenta a economia, que distribui riqueza) pode ser o início da solução.
Frases por aí
Todas as avenidas convergem para o Marco Zero. Do imobiliarista Raul Fulgêncio, na Redação da FOLHA, ontem, sobre o empreendimento que a cidade vai ganhar na antiga Anderson Clayton. Projeto prevê Teatro Municipal, complexo cultural e Hipermercado.
Prefeitos em Paranaguá
O governo convidou também os prefeitos para uma visita ao Porto de Paranaguá. De Joaquim Távora, dia 2 de março, parte uma caravana com representantes dos 26 municípios da Amunorpi. A região deu vitória a Requião no primeiro e segundo turnos.
Eutanásia
A maioria das pessoas - a julgar pelas mensagens via telefone, fax e e-mail que chegam ao jornal - é contra a matança de cães e gatos só porque ninguém cuida deles.
Mundo cão
Se depender da opinião da médica veterinária Christine Hiltel, os animais vão mesmo para o sacrifício, mas isto após esgotar alternativas de sobrevivência dos bichinhos.
Mundo animal
Já a leitora Ana Maria S.C. Dias, de Londrina, sugere que as cidades, todas, cuidem melhor do seu mundo animal, como nos Estados Unidos. Aqui não se respeita nem o cavalo, que puxa carroça o dia inteiro sem receber água e ração.
MP x Segurança
A novela do secretariado de Requião parece que vai demorar para se desenrolar. Pelo menos em relação à pasta da Secretaria de Estado da Segurança Pública. Ontem, na escolinha, o secretário Luiz Fernando Delazari voltou a afirmar que não vai se pronunciar sobre o posicionamento do Ministério Público (MP), que quer que ele volte a assumir a função de promotor de Justiça ou peça exoneração. Delazari quer ganhar tempo para bloquear qualquer processo administrativo na Justiça.
No stress
Enquanto isso, o governador Roberto Requião (PMDB) diz que não tem pressa em fazer a reforma do secretariado. Quer fazer a composição aos poucos. Quanto a Delazari, desconversa. Não estou preocupado.
Uvas
A rainha e as princesas da Festa da Uva de Colombo levaram ontem uvas a Requião e ao vice-governador Orlando Pessuti, na reunião semanal do secretariado. Requião pegou o microfone e disse que iria doar a uva recebida para a mulher Maristela e toda a equipe do Museu Oscar Niemeyer. E emendou: Quando decidi isso e confidenciei ao Pessuti, ele me disse que não doaria para ninguém. Comê-las-ia todas.
Fechando o cerco
O Tribunal de Contas (TC) do Paraná está iniciando inspeções em 14 entidades e 22 prefeituras que no ano passado receberam recursos estaduais por meio de transferências voluntárias (repasses que não são obrigatórios por lei, resultantes de convênios). O tribunal também promete fazer, ao longo do ano, uma análise da documentação completa dos convênios pelos quais o governo paranaense enviou dinheiro aos municípios para ajudar no transporte de estudantes. O trabalho prático da Diretoria de Análise de Transferências (DAT) começa em março.
Critérios
Segundo a diretoria da DAT, as duas medidas estão previstas na Resolução 03/06, que normatizou as atribuições da diretoria sob as normas da nova Lei Orgânica do TCE (Lei Complementar 113/05), que entrou em vigor no ano passado. A seleção dos entes a serem fiscalizados neste ano seguiu dois critérios: ou foram os maiores repasses de recursos em 2006 (até outubro, quando a diretoria encerrou a contabilização para elaborar a instrução), ou são entidades que não haviam sido fiscalizadas em inspeções realizadas em anos
anteriores.
Teto do funcionalismo
O Brasil não quer assistir ao debate sobre quem tem o menor ou o maior salário. É um equívoco aumentar o teto do funcionalismo para R$ 25.700. Do líder do PT na Câmara, deputado Henrique Fontana (RS).
Perguntinha
Os brasileiros não querem mesmo saber quem ganha mais e quem ganha menos?
Equipe da Folha | [email protected]





