Moção de repúdio
Começam a pipocar as primeiras manifestações de câmaras municipais contra a privatização da Copel. Apesar de muitos prefeitos apostarem no repasse de parte do dinheiro, obtido com a venda da estatal, para os cofres municipais, tem muito vereador indignado com a privatização. A Câmara de Campo Largo (Região Metropolitana de Curitiba) aprovou dias atrás uma moção de repúdio ao governo do Estado. O documento, assinado pelo presidente da Câmara João Maria Zanlorensi, já foi encaminhado para o crivo do gabinete do governador Jaime Lerner (PFL). ‘‘A privatização da Copel trata-se de grave equívoco técnico, econômico e político’’ e ‘‘a Copel é um dos maiores patrimônios públicos do Paraná e não pertence aos atuais mandatários do Palácio Iguaçu’’ são alguns dos trechos do documento que sugere a realização de um plebiscito, para colher a opinião dos paranaenses.

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