INFORME FOLHA
Nervos à flor da pele
A defesa do advogado Antônio Pellizzetti e do policial civil Mauro Canuto estava tensa ontem. O juiz da 2ª Vara Criminal, Sérgio Rolanski, levou o calhamaço do caso PIC para casa e deve se pronunciar hoje. Os advogados esperam a revogação de prisão dos dois clientes, que continuam foragidos. Pellizzetti e Canuto tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça dia 9 de fevereiro. A Promotoria de Investigações Criminais, em Curitiba, teve suas instalações incendiadas no dia 29 de dezembro. Foram denunciados pelo Ministério Público, por participação no atentado, o segundo-tenente da Polícia Militar, Alberto Santos Silva; o policial Edson Clementino da Silva (Lambe-Lambe); o taxista Alexsandro Ribeiro; o advogado Antônio Pellizzetti; o segurança Marco Aurélio Pinho; o sargento Ademir Leite Cavalcante; o discotecário Emerson Vieira e o policial civil Mauro Canuto.





