Emperrado
A Justiça Estadual ainda não julgou o pedido de indenização feito por Lúcia Mainko, a mulher do líder sem-terra Bento Diniz da Silva, mais conhecido como Teixeirinha, morto numa ação desastrosa da Polícia Militar, no Oeste do Estado em 1992, durante o governo Roberto Requião (PMDB). O processo repousa sobre a mesa da 1ª Vara da Fazenda Pública e aguarda uma sentença há quase um ano. A mulher de Teixerinha já ganhou parte do processo. O juiz reconheceu o direito a uma indenização, mas a Procuradoria-Geral do Estado (PGE), que representa o governo Jaime Lerner (PFL) em juízo, contestou os valores e a validade do pedido da viúva, emperrando desta forma o processo que, desde o dia 8 de março de 2000, está parado. Lúcia Mainko ficou com um filho menor e sem condições de sustento.

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