INFORME FOLHA
Sob sigilo
A promotora Laís Letchacovski, que no final do ano passado moveu uma ação civil pública contra o então prefeito de Ponta Grossa, Jocelito Canto (PSDB) e outras nove pessoas e duas empresas por improbidade administrativa, fez ontem uma nova revelação. Segundo ela, no momento em que o oficial de Justiça foi fazer o bloqueio dos bens dos envolvidos, medida conseguida pelo MP através de uma liminar, descobriu-se que havia disparidade entre as declarações de Imposto de Renda de alguns envolvidos e os bens que eles efetivamente possuem. O processo está correndo pela 4ª Vara Cível e o juiz responsável, Fábio Leite, pediu segredo de Justiça para o caso. Portanto, não foi possível ontem ter acesso aos nomes das pessoas que estariam agora na mira também da Receita Federal. A ação movida pela promotora foi motivada por denúncias feitas pelo empresário da cidade Sydnei Spósito.





