Pela harmonia
No segundo dia de paralisação da Polícia Civil, o coronel Sanderson Diotalevi, da Polícia Militar, tratou de defender a união das Polícias e o fim de divergências internas fecundadas há anos. Segundo ele, o aumento salarial autorizado pelo governo do Paraná aos policiais militares não representa reajuste salarial, mas correção de uma distorção, autorizada pela Justiça. ‘‘Não temos nada contra a Polícia Civil. O nosso inimigo é outro. São os bandidos que estão nas ruas. Somos parceiros e companheiros’’, defendeu. O coronel deixou transparecer ainda que o relacionamento da PM com o governo está a mil e que não há interesse algum de a corporação se atritar com os policiais civis que lutam pela melhoria salarial. ‘‘A missão de cada um está constitucionalmente definida’’, assinalou o coronel, reforçando a tese de que não há conflitos entre as Polícias Militar e Civil.

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