Estratégia
Os funcionários do Banestado passam o final de semana definindo a melhor estratégia para dar sequência aos protestos na semana que antecede ao leilão do banco, agendado para o próximo dia 17, salvo decisão judicial em contrário. A expectativa do Sindicato dos Bancários é que a greve, ainda parcial, engrosse a partir de segunda-feira mobilizando as agência de todo o Estado. A Justiça deve receber neste início de semana mais duas ações populares que pedem a suspensão do leilão. Uma das ações é do sindicato. A outra tem a assinatura dos três senadores paranaenses Osmar Dias (PSDB), Alvaro Dias (PSDB) e Roberto Requião (PMDB), que, no máximo, aceitam a federalização. Também subscreve a ação o ex-presidente do Banestado Luiz Antônio Fayet, que não concorda com a venda. A alegação-padrão é a subavaliação do banco, cujo preço mínimo é de R$ 434 milhões.

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