Informe Folha
O senador Roberto Requião (PMDB) não poupou munição no depoimento do ex-secretário-geral da Presidência da República Eduardo Jorge, ontem no Senado. Requião falou das ligações de Eduardo Jorge com empresa paranaense DTC Company, da família de Mario Petrelli, e de contratos supostamente irregulares firmados com o Banco do Brasil e com o diretório nacional do PFL, comandado atualmente pelo senador Jorge Bornhausen. O senador do Paraná levantou suspeitas ainda contra a ex-secretária da Comunicação do governo Lerner, Cila Schulmann. E trouxe outra informação empresarial a ser investigada: o ex-secretário-geral de Fernando Henrique teria intermediado um empréstimo de US$ 51 milhões sem qualquer garantia e sem nenhum centavo honrado até agora entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e o Frigorífico Chapecó.





