Socorro
O vazamento de óleo em Araucária, na Região Metropolitana de Curitiba, serviu para aflorar mais uma fragilidade da Petrobras, que luta para conter os reflexos do maior desastre ambiental dos últimos 25 anos. A estatal pediu socorro à Prefeitura de Curitiba para conter o dano, porque não tinha logística à disposição para enfrentar o problema. A Folha apurou que desde a semana passada, quando a mancha de óleo avançava pelos Rios Barigui e Iguaçu, 264 funcionários municipais estão à disposição dos técnicos da Petrobras. Bem como 46 caminhões, 23 carros, dois tratores, três motoniveladoras e uma pá-carregadora. A administração municipal disponibilizou ainda 258 metros cúbicos de pedra brita e saibro. Os custos do pessoal e do material fornecidos pela Prefeitura de Curitiba terão de ser ressarcidos pela Petrobras. Os valores do socorro ainda não foram revelados.

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