Informe Folha
Sem aumento
A queda-de-braço entre governo e professores estaduais promete ser longa se a ponta do magistério persistir na greve. O governo fez os cálculos para avaliar o que representaria um reajuste de 41% nas despesas do caixa e chegou à conclusão que provocaria um impacto adicional de 9,6% na folha de pagamento. O dispêndio saltaria de R$ 248 milhões para R$ 272 milhões. Hoje, a folha responde por 60,89% da receita, que subiria para 70%, anulando todo o resultado do ajuste fiscal dos últimos dois anos. Voltando a esse patamar, o Estado cai nas malhas da Lei Camata e, mais que isso, quebra as regras impostas pela Lei de Responsabilidade Fiscal.





