Informe Folha
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sexta-feira, 25 de dezembro de 1998
Pronto para análise 
Eduardo Trevisan (PFL) passa o feriado do Natal dando texto final às alterações promovidas na mensagem do governo que institui a Paranaprevidência, um novo modelo previdenciário para o Paraná. A matéria entra na pauta da Assembléia na segunda-feira, dia 28, em forma de substitutivo. A base governista pretende liquidá-la em dois dias. Dentre as mexidas mais polêmicas, está a proposta do deputado que aumenta de 1% para 2% a alíquota de contribuição dos servidores para o Fundo de Saúde, cooperativa médica que atuará no lugar do IPE, que está em vias de extinção. Trevisan avalia que, sem o aumento, não há como oferecer um plano de saúde de qualidade para os servidores. O deputado avisa ainda que o Paraná não vai aderir a algumas regras da Previdência para o funcionalismo federal. No Paraná, os aposentados terão de contribuir com 10% de seus salários para o Fundo de Previdência, fora o Fundo de Saúde. O adicional de 14% para os salários que excederem R$ 1,2 mil está mantido.
Invertida
Valdir Rossoni (PTB) e Plauto Miró (PFL) ficaram no prejuízo, com o anúncio do secretariado por Lerner. Rossoni teve de se contentar com a sua manutenção como líder do governo na Assembléia. O deputado acalentava a esperança de ser chamado para ser chefe da Casa Civil. Miró continua sendo líder do PFL. Os planos de assumir o lugar de Rossoni, na liderança, ficam adiados.


