Depois da Copel, é a vez da Sanepar entrar na fila para ser privatizada. O projeto - aprovado anteontem em 1ª discussão - não teve segunda discussão aprovada ontem porque voltou para as comissões analisarem emendas apresentadas pela bancada governista. Uma das emendas é no mínimo absurda, na medida que mexe na essência da política de desestatização do governo. O deputado Plauto Miró (PFL) recebeu adesões na base governista para uma proposta que proíbe agora a participação da Sanepar em consórcios ou sociedades com empresas privadas. Em resumo, impede que até 2001 - época estimada para a privatização - o governo torne a Sanepar mais atrativa no mercado para o momento da venda da companhia.


Divórcio
Rafael Greca (PFL) magoou Cassio Taniguchi (idem PFL) quando disse que era ‘‘melhor perder com Aníbal a ganhar com Cassio’’, posicionando-se no imbróglio da disputa pela Câmara de Vereadores. Taniguchi deu o troco ao divulgar que pegou a Prefeitura de Curitiba com uma dívida de R$ 134 milhões, do antecessor. E deu mais uma alfinetada nos jornais de ontem, ao anunciar um feito que não acontecia desde 92 (primeiro ano da administração Greca): fechar 98 sem déficit, com todas as contas em dia.

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