Se eu tivesse o poder, a inclusão de deficientes físicos seria promovida. Mas mudaria o foco. Explico: partiria da necessidade de avaliação daquele sujeito que fosse incluído.
A inclusão precisa ser construída e não imposta. Não adianta funcionarmos em cima de Leis. Nesse sentido, do convívio diário, adianta, sim, que contemplemos o respeito, a especificidade, a particularidade e individualidade daquele sujeito com deficiência física.
Com o respeito ao indivíduo que vai ser incluído, instrumentalizaria os profissionais. Por exemplo: para uma professora que não teve uma preparação, que não dá conta de uma sala com 30, 40 crianças, fica difícil dar a devida atenção a uma outra criança com deficiência intelectual.
Assim sendo, acredito que não adianta queimar etapas. Ao queimar etapas, temos crianças sem seu desenvolvimento intelectual pleno, que se convertem em adolescentes sem amigos e sem escola. Aí se instaura o problema psiquiátrico.

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