Igreja da Ascensão
PUBLICAÇÃO
sábado, 01 de junho de 2019
Opinião do Leitor 
A Igreja da Ascensão não é igreja, é mesquita.
Como descrever os sentimentos aflorados ao adentrar uma edificação, em Jerusalém, cujas pedras foram assentadas cerca de 380 anos d.C.? Onde a terra é sagrada e o ar torna-se rarefeito. Paredes que foram construídas ao redor de um pátio descoberto aonde a poeira formava, como que por milagre, a imagem das pegadas de Cristo. Até que os cruzados, ao refazerem a capela, imprimiram na pedra as pegadas de Jesus.
Este não é um cenário para ser visto, é uma aura de amor a ser sentida, nosso vocabulário é limitado demais para descrever o turbilhão de emoções que se agita dentro da gente. E de repente, sente-se o sopro do Espírito Santo que te envolve. Eu confesso que não vi o pé de Jesus na pedra, mas, senti de todo coração a plenitude do amor de Deus e tive a inabalável certeza da Sua Eterna Presença. Tudo foi muito intenso e enquanto eu observava, como se assistisse a um filme, as pessoas se movimentando e buscando o registro, o pé de Jesus marcado na pedra, Ele estava me abraçando e assoprando no meu ouvido “Eu estou aqui”.
ALESSANDRA ANDRADE VIEIRA, empresária (Londrina)
Imposto sobre cigarro
É de arrepiar saber que estão criando um grupo de trabalho voltado ao estudo da redução do imposto sobre cigarros (Folha de Londrina,31/05). Uma das alegações seria diminuir o contrabando do produto, pois com imposto mais baixo, o consumo do fabricado no Brasil seria maior, por redução do preço. Conversa fiada. O contrabando não vai diminuir e muito menos acabar. Vão deixar o cigarro de lado e contrabandear outro produto. Vou aproveitar para sugerir, humildemente, a criação um grupo de trabalho para diminuir o imposto sobre os medicamentos importados.
JOSÉ ROBERTO DIAS, aposentado (Londrina)


