Hora da família se mexer!
Hoje, muitas jovens vêem as estrelas da música e da moda cometendo barbaridades e contemplam. Os efeitos são os piores, pois o comportamento de muitas dessas estrelas é movido pelo consumo de drogas e bebidas, e resulta no esquecimento da calcinha e à constante troca de parceiros.
Não podemos esquecer que quando falamos em educação falamos, também, em influência. Da mesma forma que a música pop aposta em siliconadas, carrões e na eterna fórmula da juventude nos EUA, o funk é a realidade brasileira.
Diante disso, acredito que os pais, que muitas vezes torcem o nariz para as letras e refrões no estilo late que eu tô passando, devem estar ao lado de seus filhos que curtem o gênero. Ouvir e repercutir os conteúdos é a única saída.
Atualmente, os pais precisam encarar: se determinada coisa não fez parte de sua realidade, é hora de fazer! A sociedade respira sexo e, no momento em que os hormônios dos jovens estão à flor da pele, é hora de agir. Não podemos esquecer que na adolescência o jovem carrega a síndrome do poder, achando que pode tudo e que nada vai acontecer com ele.





