Homenagem
Elisabete de Lazaro Delalibera, de origem simples e primogênita de uma família de pioneiros, nasceu (09-08-1952) e se domiciliou em Londrina, durante 68 anos, vindo a falecer no dia 20-01-2021. Casada com Roberto Delalibera, constituiu uma linda família, com três filhos, Michele, Alysson e Wesley. Teve três netos, Matheus (21), Renan (17) e o Romeo, com três anos. Em 1973, foi aprovada no curso de Licenciatura em Pedagogia, na Universidade Estadual de Londrina. Sua vida profissional foi totalmente dedicada à área da educação. Aprovada em concurso público, trabalhou 25 anos (16-03-1972 a 01-10-1997), na Prefeitura Municipal de Londrina, onde desempenhou as seguintes atividades: professora, coordenadora pedagógica, supervisora pedagógica e finalmente, chefe da Divisão de Orientação Pedagógica. Aprovada em Concurso Público, trabalhou trinta e um anos (20-02-79 a 07-06-2010) no Governo do Estado do Paraná, onde ocupou a função de Supervisora Geral de Ensino no CEEBJA, Centro Estadual de Educação Básica para Jovens e Adultos. No mês de maio/2021, foi homenageada pela Associação dos Aposentados da Prefeitura Municipal de Londrina. Mais recentemente, por iniciativa da vereadora Sonia Gimenez, seu nome ficará eternamente gravado na cidade de Londrina, como nome de uma praça.
Passados dois anos sem a esposa, mãe e vovó Bete, recordamos seu estilo aconchegante de viver, seu sorriso encantador, sua maneira carinhosa e amorosa de tratar com familiares e amigos. Ainda sentimos a sua falta, diuturnamente. No dicionário da nossa vida, passamos a utilizar o verbo “elisabetar” que significa, amar sem limites, se dedicar ao estudo e ao trabalho, perdoar reiteradamente, fazer o bem sem olhar a quem, ultrapassar as vicissitudes com humildade e viver intensamente. Descansa amor, descansa, com honra, glória e louvor, nos braços do Senhor.
Roberto Delalibera, advogado
Antidemocrático, sim!
O senhor Rubens Barbosa, em Opinião do leitor, 17/01, está equivocado, ao defender um bando de golpistas que invadiu áreas militares enfrente aos quartéis pedindo intervenção militar no país. O Brasil e os brasileiros lutam arduamente para ter democracia plena em nosso país. Quem defende intervenção num governo legitimamente eleito, pela maioria dos cidadãos, certamente compactua com a indisciplina moral, social e política.
Os artigos, cartas e comentários publicados não refletem, necessariamente, a opinião da Folha de Londrina, que os reproduz em exercício da sua atividade jornalística e diante da liberdade de expressão e comunicação que lhes são inerentes.
COMO PARTICIPAR| Os artigos devem conter dados do autor e ter no máximo 3.800 caracteres e no mínimo 1.500 caracteres. As cartas devem ter no máximo 700 caracteres e vir acompanhadas de nome completo, RG, endereço, cidade, telefone e profissão ou ocupação.| As opiniões poderão ser resumidas pelo jornal. | ENVIE PARA [email protected]