Hermanos, a festa continua
A festa dos brasileiros, que começou na manhã de ontem com a derrota dos hermanos argentinos para a Inglaterra, tem tudo para continuar hoje, quando a seleção brasileira entra em campo para enfrentar a fraca equipe da China. Este talvez seja, a não ser que Felipão e companhia nos reservem uma desagradável surpresa (alguém lembra de Honduras?), o jogo mais fácil do Brasil em mundiais.
Com todo o respeito, a seleção chinesa não tem cacife para vencer o Brasil. Os jogadores são esforçados, têm um bom preparo físico e correm durante os 90 minutos. É só. Ah, claro, e a China tem a maior torcida do mundo. Mas nesse caso, torcida não ganha jogo.
Apesar de estar sendo disputada do outro lado do mundo, os brasileiros entraram definitivamente no clima da Copa. O verde e o amarelo estão espalhados pelos quatro cantos do País.
A corrente pra frente está formada, seja para torcer pela seleção brasileira, pelos gols de Ronaldo e Rivaldo, ou pelo fracasso de argentinos e franceses. Aliás, nossos adversários históricos nos gramados correm o risco de cair já na primeira fase. Nossa festa seria ainda maior se Verón, Batistuta, Zidane e Barthez tivessem que assistir o restante do Mundial em casa, pela tevê.
Mas Argentina e França não estão no cardápio de hoje, que é dia de vestir verde e amerelo e torcer por mais uma vitória brasileira, quem sabe, a segunda de uma série de sete que só acabará com o pentacampeonato, na decisão, dia 30 de junho.
Rodrigo Lima





