HÁ 40 ANOS
Muitas lágrimas pela morte de "Cotinha", a sucuri
Na casa da mãe de santo Dalvina Andrade de Farias, em Dourados (MT), houve muitas lágrimas pela morte da sucuri "Cotinha", que foi velada sobre a mesa da sala antes de ser enterrada. A cobra domesticada tinha 7 metros e, além de participar de rituais de umbanda, dava alegria ao menino Cesar Augusto, de 4 anos, filho de Dalvina. A sucuri, que era alimentada com ovos e leite (dados através de uma seringa), dormia dentro de casa em um tanque de 2x2m e 0,60m de fundura, em cima do qual está erguido o altar de quimbanda.





