Ninguém será enquadrado na Lei de Segurança Nacional
A intensa repercussão obtida pela declaração feita pelo procurador geral do Estado, Lellis Corrêa, de que os professores estaduais em greve estariam cometendo "crime contra a segurança nacional" fez o governo do Estado vir a público ontem para esclarecer que nunca pretendeu enquadrar os docentes na Lei de Segurança Nacional, observando, inclusive, que "o acionamento desse dispositivo legal tem foro privilegiado, podendo ser decidido apenas pelo governo da União".

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