Opinião Atualizado em 13/12/2015, 00:01
HÁ 40 ANOS 13 de dezembro de 1975
Não existe prova científica de que haja predisposição para o alcoolismo. Portanto, não se pode afirmar que um determinado indivíduo nasceu predestinado para beber. A afirmação é da psiquiatra Carol Sonnenreich, que participa em Londrina do Congresso de Alcoolismo e Drogas. No Congresso, um outro estudioso o diretor-médico do Centro de Recuperação de Alcoolismo, de Porto Alegre, Jurandir Barcellos da Silva declarou que "a enorme incidência do consumo de bebida alcoólica entre a juventude brasileira tem como fator primordial de atração o julgamento errôneo, que fazem os jovens, de que são imunes ao álcool". "As raízes do alcoolismo disse se localizam na juventude, sobretudo na faixa dos 14 aos 20 anos. E pelo menos 25% dos suicidas têm alto teor de álcool no sangue. A vida dos alcoólatras é reduzida de 10 a 20 anos. E para completar: depois do enfarte e do câncer, o alcoolismo é o fator que ceifa mais vidas".





