''Na Guanabara consome-se diariamente uma tonelada de entorpecentes contrabandeados de outros países, numa avalanche que não temos condições de deter. É impossível precisar o número de brasileiros viciados em tóxicos, que ascende a milhões. Não temos condições de recuperar grande número de viciados, porque cada recuperação, mesmo com a imprescindível autocolaboração do paciente custa de 50 a 70 mil cruzeiros.'' As declarações foram dadas pela diretora da Seção de Contrôle de Psicotrópicos da Secretaria de Saúde Pública do Paraná, Olga Nabir Noce, durante conferência sobre tóxicos proferida em Londrina.

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