HÁ 40 ANOS - 26 de outubro de 1968
Rio (Asapress) - Apesar do clamor geral do reitor da UEG, João Lira Filho, Ordem dos Advogados do Brasil, Associação Médica do Estado da Guanabara, Associação Brasileira de Mães e dezenas de outras entidades sindicais e associativas contra o terrorismo policial, agentes do DOPS e soldados da Polícia Militar da Guanabara tornaram a invadir o Hospital das Clínicas da Universidade do Estado, o mesmo prédio da Faculdade de Ciências Médicas defronte do qual foi assassinado o estudante Luis Paulo. Os invasores repetiram as cenas de vandalismo, entrando no estabelecimento hospitalar e rasgando faixas, cartazes e enorme faixa de cetim preto que simbolizava o luto dos estudantes pela morte do companheiro.





