Cerca de 400 famílias que habitam a favela erguida em 90 lotes pertencentes à Caixa Econômica Federal, à margem da rodovia BR-369, próximos ao viaduto na saída para Cambé, poderão ser atiradas à rua no dia 15 de abril se não forem adotadas medidas capazes de sustar a ação de despejo movida pela CEF. Para impedir que o despejo se concretize, o Centro de Educação e Cultura entregou ontem ao presidente da Câmara Municipal. sr. João Tavares de Lima, ofício pedindo que o terreno seja desapropriado pela municipalidade.

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