Caso se cumpram as previsões de técnicos, o Brasil vai ter de recorrer aos estoques dos armazens até o esgotamento, nos próximos anos, para preencher sua cota no mercado internacional do café. De acôrdo com os prognósticos da Anderson Clayton, até a safra 1971/72, o Paraná vai produzir uma média inferior a 10 milhões de sacas e São Paulo cêrca de 6 milhões de sacas de café por ano, num total inferior às necessidades de comercialização.

mockup