Da espessura de sua barba até a longa cabeleira, Charles Manson, líder de um extravagante culto de ''hippies'' baseado no ódio, insistiu ontem perante o juiz para que lhe permitisse atuar como seu próprio advogado, e alegou não ter participado do assassinato da atriz Sharon Tate, esposa do cineasta Roman Polanski, e de outras seis pessoas. O resultado da audiência de meia hora, na qual o réu discutiu com o magistrado William Keene, foi que Manson debatera com um advogado de ofício as possíveis consequências e desvantagens de defender-se.

mockup