''Se êste caso não for resolvido, a gente perde as casas e os maridos porque êles estão em pé-de-guerra e querendo mesmo é matar alguém'', dizem as donas de casa do Jardim Cláudia, onde moram 40 famílias que terminaram, há aproximadamente dois anos, de quitar o pagamento de suas datas, por meio de promissórias seladas. Como o loteamento era irregular, não contava com serviço de água ou luz, nem urbanização, as escrituras não foram registradas. Agora, o procurador do loteador vendeu novamente o loteamento a um terceiro comprador, e exige das famílias mais Cr$ 1.200 cada para continuarem proprietárias.

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