HÁ 40 ANOS - 17 de abril de 1967
Baseando-se no fato de que ainda não foram comprovadas cientificamente as qualidades medicinais do ipê roxo na cura do câncer, o médico João Dias Ayres, chefe do Centro de Saúde de Londrina, determinou a apreensão do produto que estava sendo vendido, até em pó, nas bancas de raizeiros. Disse o sr. Dias Ayres que a casca da madeira ''miraculosa está sendo vendida para explorar a credulidade do povo'', e que enquanto o produto não for devidamente examinado pela Saúde Pública, não será permitida a sua venda, que só poderá ocorrer se for comprovada a eficiência terapêutica do ipê roxo.





