Rio (Folha) - O ministro da Educação previu uma violenta repressão à passeata estudantil programada para hoje, mas disse que nada pode fazer por se tratar de problema policial. Acrescentou que não considera a questão das anuidades motivação para os estudantes entrarem em greve. Frisou ainda o ministro que a maioria dos estudantes está sendo sensibilizada por uma minoria ativa ''para uma campanha desvinculada da problemática estudantil''. Por isso, apelou aos estudantes e seus responsáveis para que ''tomem consciência do real problema brasileiro'' e ''abandonem as prática nocivas que agentes subversivos adotam no pressuposto de estar-lhes encaminhando para soluções dos problemas estudantis''.

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