O agrônomo Hélio Rufino, chefe do Serac de Londrina, declara que a ferrugem nos cafezais do Paraná já era esperada e que não representa a extinção da cafeicultura. Admite que são imprevisíveis os danos causadas pelo fungo e diz que só quando o mal tiver atingido todas as propriedades é que se poderá fazer uma idéia a respeito. Desde outubro do ano passado, quando se localizou o primeiro foco (em Guaraci), até hoje, já se constatou a existência de 17 núcleos contaminados, totalizando mais ou menos 33 mil pés atingidos - é o que afirma o agrônomo-chefe do Serac. E adverte que todos os cafeicultores devem preparar-se para encontrar ferrugem em suas lavouras.

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