Quando ''Sempre-Viva'', de Neusa Pinheiro de Freitas, foi anunciada como vencedora do concurso de música popular do III Festival Universitário de Londrina, na noite de sábado, o público aplaudiu pouco e vaiou fracamente. As ameaças de aplausos e de vaias foram constantes durante a apresentação das 12 finalistas. Um público frio, sem entusiasmo, demonstrava que festival não é festival sem público de festival e que a ''era dos festivais'' já passou.

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