O londrinense, talvez, não tenha seu carnaval de rua êste ano. Diretores das escolas que desfilaram no ano passado adiantam que não é possível sair à rua sem dinheiro para os gastos com instrumentos e fantasias. ''Sair para fazer feio, não'', dizem êles, afirmando que é preciso dinheiro para couros, baquetas, roupas, etc. ''O pessoal é gente simples, gente do povo que não tem possibilidade de gastar'', falam homens do samba da ''Unidos Independente'', da ''Unidos da Portela'' e do bloco ''Bafo da Gibóia'', que no ano passado desfilaram graças à campanha do jornalista Osvaldo Militão, que levantou dinheiro suficiente para compra de instrumentos com particulares e o comércio.

mockup