O chanceler Patrício Silva, do Chile, disse na reunião de Washington, que condena a violência terrorista, mas continua cético quanto à eficácia da resolução de 8 pontos, aprovada. E o chanceler brasileiro Mário Gibson Barbosa disse que a preocupação primordial da Assembléia, sem sofismas, é o reconhecimento de que a proliferação de tais crimes cria uma situação tal que se requerem medidas prontas e eficazes dos estados-membros da OEA.

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