Guerra santa petrolífera
O povo árabe deve usar todas as estratégias para evitar uma guerra no Oriente Médio. Guerra é coisa de norte-americano que, no momento, incentivam uma guerra na Colômbia com o objetivo de internacionalizar a Amazônia. Os palestinos devem usar o petróleo como arma para evitar que Israel continue com a matança de um povo indefeso, sem armas. As cúpulas árabes devem determinar que nenhum país da região vai mais exportar petróleo se a matança continuar.
Isto não é uma posição para ser lida apenas pelos dirigente dos países, mas pelo povo palestino muçulmano da rua (o levante popular) deve ser contra os governos que relutam em usar o petróleo como arma. É hora do levante religiosos e petrolífero, de um povo maltratado e perseguido. Esta idéia deve ser distribuída por todo o Oriente Médio pelos líderes ainda ofuscados pela direção atual dos países.
Pedir a criação de um tribunal internacional para crimes de guerra é uma utopia, num mundo dominado pelos sete países mais ricos do mundo. Os EUA lideram e dominam todas as instituições internacionais com exceção da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Como a ligação dos norte-americanos com Israel é estreita, o vice na chapa para disputa da Presidência dos EUA de um dos partidos é um judeu. Tudo internacionalmente sempre tenderá favoravelmente a Israel. Como o mudo árabe é constituído por ditaduras, seus líderes são controlados e domesticados pelas regras do jogo internacional. Ou seja, retirar o petróleo da região por um preço débil. O povo da rua que fique pobre, passando todo tipo de necessidade.
O petróleo, apesar dos líderes da Arábia Saudita relutarem, deve ser usado como instrumento de pressão para se buscar a paz, pois a guerra matará palestinos e favorecerá Israel que possui muitas armas de último tipo vindas dos EUA. A religião deve unir toda a comunidade árabe do Planeta convergindo os povos para atuarem em sintonia contra quem atacar sues irmãos.
O terceiro mundo está sendo dominado pelas nações ricas, principalmente pelos norte-americanos. É o caso da guerra que estão patrocinando na Colômbia com o intuito de invadir e tomar a Amazônia de seus donos. Mas também o petróleo está ligado a esta guerra, pois usando a desculpa colombiana, fincam bases militares perto da Venezuela, grande exportadora de petróleo. É passada a hora do povo da rua levantar-se furiosamente contra as injustiças de invasão de terras por potências mal intencionadas. Um dia de ira é pouco. É chegado o momento do dia de fúria, caso Israel e EUA não cedam e recuem de suas ações.
- FERNANDO MARREY, é advogado em São Paulo
[email protected]





