Gradis da rodoviária

Fiquei muito bravo e revoltado ao ler a matéria “Prefeitura retirará gradis da rodoviária” (Cidades, 6/8). Não concordo com essa retirada. Os nossos direitos acabam quando começam os direitos dos outros e vice-versa. E a rodoviária é um direito nosso, cidadão pagador de impostos, e não daqueles que a utilizam como dormitório, resultando em sujeira e mau cheiro, além de um péssimo visual e furtos e roubos, como já ocorreu comigo neste ano. O Ministério Público, a OAB e o Centro de Apoio dos Promotores da Justiça deveriam se preocupar com as pequenas cidades que exportam moradores de rua para os grandes centros e também com as ações das assistências sociais municipais que deixam muito a desejar sobre o assunto. Importante ressaltar que Londrina nunca teve tantos moradores de rua e drogados.

ADONIRO PRIETO MATHIAS (contabilista) – Londrina

Peças de museu

A reforma da Previdência foi aprovada conforme queria o governo, pois a partir de agora esta raça de brasileiros, os aposentados, entrarão em um estágio de extinção como os dinossauros. A diferença é que os dinossauros viraram petróleo e o aposentados serão peças de museus, porque dificilmente alguém conseguirá se aposentar no futuro e se conseguir o destino será o salário mínimo como sentença terminal. Se foi necessária não se discute, mas o fato revoltante é que exigiram que a classe mais miserável deste país cortasse na carne de terceira e a classe política não tirou um centavo de mordomia como sacrifício para economia do País. Neste país terrivelmente evangélico se tem dois pesos e duas medidas, contrariando totalmente os textos evangélicos. Está na hora de se reformar nossos conceitos de cristãos para um Brasil melhor.

MANOEL JOSÉ RODRIGUES (assistente administrativo) – Alvorada do Sul

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