Em linhas gerais, o governo ainda vive de estatísticas. São feitas mais pesquisas quantitativas do que qualitativas. Estimula-se que o aluno esteja em sala de aula. Mas não podemos ficar só nisso, afirmando que 95% das crianças com faixa etária de 7 a 12 anos estão nas escolas.
Estrutura, qualificação e capacitação contínua dos professores, entre outros aspectos, são necessárias. A reciclagem tem de ser constante. Há um abismo, também, que separa a rede pública da rede privada: na hora de cursar a faculdade, o aluno da rede pública parte para a universidade particular.
Outro fator a ser levado em conta, no que se refere ao ensino, é o fato de cada região ter sua peculiaridade. Isso não pode ser ignorado. Para prezar a qualidade, precisamos, em primeiro lugar, estudar a particularidade de cada criança. Enquanto os números forem o primordial, teremos crianças que não estão alfabetizadas. Apenas sabem desenhar o nome.

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