Brasília O chefe da Casa Civil, Pedro Parente, defendeu ontem o adiamento das posses do próximo presidente para 6 de janeiro e dos futuros governantes para 15 de janeiro. Ele também propõe adiar, para as mesmas datas, o início dos exercícios financeiros da União e dos Estados, e consequentemente, da vigência da execução dos Orçamentos.
O governo tem redigida proposta de emenda constitucional nesse sentido. A emenda, se for de interesse do presidente eleito, faria parte de um conjunto de medidas que o presidente Fernando Henrique Cardoso entende que precisam ser votadas logo depois das eleições, num esforço concentrado do Congresso. Parente é responsável pela condução da transição.

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