Giz, quadro negro e disponibilidade
Trabalhando no Estado e no ensino particular, posso fazer o paralelo e as constatações. Entre as constatações, uma é fato: os investimentos estão aquém do esperado e existe um fosso entre as duas esferas.
Em contrapartida, o que faz a escola é o aluno. Assim sendo, a questão é investir na atração do aluno: a escola do Estado tem livros, a zeladora, os professores. A aula é a mesma.
Contudo, o fator humano e a base não têm incentivo. Por que não copiarmos a Coréia do Sul? Por lá, o governo investiu de 10 a 15% do Produto Interno Bruto (PIB), há 20 anos, na educação. Hoje, o país já colhe frutos.
Gincanas, entre outras manifestações que atraem os alunos para a escola e ao mesmo tempo pregam o ensino, são bons exemplos, no país asiático. A tecnologia não é o caminho. O que atrai o aluno, acredito, não foge do quadro negro, da figura do professor e da disponinilidade.





