Eu reduziria os gastos com remédios. Focaria a conciência e o bem-estar. Nesse sentido, inseriria as práticas orientais, como o tai chi chuan, não apenas como exercício físico, mas sim como prática recorrente que trouxesse também a saúde, dentro das escolas.
Com tal iniciativa, certamente reduziríamos os gastos com medicação. Outra vantagem: com as práticas orientais, desde a infância teríamos a educação alimentar, dada nas escolas. A geração fast food, a cada dia mais em crescimento, no Brasil, saberia dar valor à natureza e ao alimento.
Por tabela, os índices de obesidade teriam vertiginosa redução. Nos países orientais, por exemplo, é mais que comprovado que a educação na visão faz com que o cidadão encare uma boa alimentação como rotina e não obrigação.
Num Brasil inspirado no método oriental, tomaríamos consciência que arroz e feijão não são alimentos triviais: servem para manter a ''barriga cheia'', mas, em termos de vitaminas, de energia, não são suficientes. O prazer deveria estar aliado ao cuidado com o corpo, ao contrário do que acontece nos dias atuais. Com isso, a busca frenética pelo corpo perfeito deixaria de ser fixação.

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