Futebol zero a zero

Que saudade das décadas de 60-70 quando podíamos assistir um verdadeiro futebol. Um Pelé, um Rivelino, um Gerson ou um Ronaldo fazendo de tudo que no futebol era possível. O malabarismo, os dribles desconcertantes, as infernais arrancadas. Tudo isso nunca vimos mais. Nós, idosos, que tivemos o privilégio de comemorar um Tri e usufruir de um futebol majestoso, hoje temos que engolir uma miniatura de futebol. Este esporte sempre foi disputado em dois tempos de 45 minutos, porém, se hoje tivermos uns 20 minutos de verdadeiro futebol é muito. O futebol 0 a 0, ou futebol medo, está prevalecendo e a beleza foi embora. É triste, mas é a verdade. O resultado que mais aparece nas segundas-feiras é o 0 a 0. O futebol é o esporte praticado no mundo inteiro, principalmente no Brasil. Era praticado para frente, sempre visando o gol. Todavia, hoje está tudo diferente. Esse mini-futebol que está sendo realizado nos dias atuais é feio, improdutivo e irritante.

WELLINGTON A. SAMPAIO, administrador aposentado (Londrina)

Contraponto

Com relação à carta do Sr. Célio Borba (Opinião do Leitor 04/09/2019) quero fazer meu contraponto. Ser diplomata com quem? Com o Congresso? Com o Senado? Com o STF ou com a imprensa? Se ele deixar de ocupar parte da mídia mesmo com piadas e falas aparentemente desconexas o que vai ocorrer é que todos estes que citei o verão acovardado e sobrará mais espaço para eles continuarem a conspirar com o novo governo. Atacaram o presidente, o ministro Moro e a soberania nacional sobre a Amazônia. Trituraram a proposta de mudanças na Previdência, aprovaram uma lei contra abuso de autoridades que engessa todo o sistema, falam mal de tudo e de todos do novo governo, não deixaram ele aplicar nenhuma de suas medidas para depois criticar e/ou alterar. O judiciário tentando de todas as formas liberar quem nos roubou por anos. Se não fossem as bravatas dele contra os europeus, ele não teria conseguido colocar o exército na Amazônia! Se ele não vetar grande parte ou todo o projeto de abuso de autoridade, todos os bandidos serão soltos. Em meus 58 anos, todos os presidentes que conheci se comportaram bem próximo ao que você descreveu, porém, aproveitaram para roubar muito. Quero o Bolsonaro da forma que está.

PAULO MAURÍCIO ACQUAROLE, aposentado (Londrina)

Errata

O nome correto do autor do artigo “O alvorecer da Independência” (Espaço Aberto - 5/9/2019) é Eduardo Lebbos Tozzini.

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