Investiria na formação continuada. As pesquisas existem, mas a disseminação das pesquisas, por exemplo, fica a desejar.
O que se prevê, com as Leis de Diretrizes e Bases, com os parâmetros curriculares para o Ensino Fundamental e Médio, e mesmo com a educação de jovens e adultos e com a Educação Infantil, é propor uma leitura diferenciada do que vinha sendo feito.
Contudo, ela esbarra na não-atualização dos professores, não chegando em sala de aula. Não adianta se implementar cursos de um dia, dois dias, alguns finais de semana, quando professores de crianças e adolescentes têm que dar 40 horas de aulas semanais, sem tempo para a pesquisa.
O que precisamos é dar mais tempo ao professor, para sua preparação, para sua pesquisa. Em Londrina, por exemplo, temos grupos de estudos, mas necessita-se, em plano nacional, ainda, de uma dinamização maior dos professores. Por fim, outra necessidade que vejo é por fim à obrigatoriedade de provas vinculadas à leitura literária. O caminho para se fomentar a leitura de grandes autores não é esse.

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