FOLHA 70 anos: o que seríamos sem a liberdade de expressão?
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 19 de novembro de 2018
FOLHA 70 anos
No dia 13 de novembro, data que em 2018 a FOLHA completa aniversário, celebra-se o Dia Mundial da Gentileza, data que tem a ver com o dia da abertura da "World Kindness Movement", uma conferência realizada em Tóquio em 1996 com a intenção de inspirar pessoas a criar um mundo mais gentil. Através da FOLHA, o nosso espaço de liberdade, o registro na canção de Marisa Monte - Gentileza - sobre o que seríamos sem a liberdade de expressão: "Apagaram tudo/Pintaram tudo de cinza/A palavra no muro/Ficou coberta de tinta". A propósito das Bodas de Vinho, elevemos um brinde: saúde e vida longa ao nosso velhinho e maior jornal impresso do Paraná!
Gilmar Cardoso (advogado e poeta) - Campo Mourão
Judiciário cala a arrogância
No interrogatório sobre o sítio de Atibaia (14/11), Lula foi surpreendido pela condução do ato processual, sob a responsabilidade da juíza substituta, Gabriela Hardt. Foi severamente repreendido ao tentar interrogá-la sobre a propriedade do sítio. A juíza salientou em tom firme e definitivo, que ela conduziria o ato processual, e ele responderia os questionamentos, quando indagado. Basicamente, como em outros depoimentos, Lula tentou justificar a sua inocência, alegando fundamentalmente que, "não sabia de nada", ou "foi a Marisa". O ponto relevante do ato processual, sem dúvida, foi a impressionante capacidade, competência, coragem e postura profissional da magistrada, dra. Gabriela Hardt, que, seguindo exatamente o que determina a legislação processual penal, calou a arrogância.
Roberto Delalibera (advogado) - Londrina
Reconfortante contraste
Uma aula de racionalidade e conhecimento a coluna A Cidade Futura - Contas a pagar (15/11/18), do brilhante sociólogo e professor Marco A. Rossi, principalmente aos que querem entender melhor algumas esdrúxulas escolhas em nosso País. Seu texto representa um delicioso e reconfortante contraste em relação a alguns colunistas que, limitados por suas intolerâncias, enxergam comunismo até num prato de salada de beterrabas, ou que se prestam a informações tendenciosas, descaradamente parciais e sem nenhum objetivo construtivo ou explicações racionais e inteligíveis para as reais e centenárias injustiças sociais do País. Obrigado, professor!
Alberto Chahaira Sobrinho (pedagogo)- Bela Vista do Paraíso
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