Fogo em discoteca matou mais de 300 pessoas em 2000
A China tem um sinistro histórico de incêndios em locais fechados como cinemas, teatros ou discotecas, onde em muitas ocasiões as medidas de segurança são nulas.
Um dos casos mais graves dos últimos anos ocorreu em dezembro de 2000 na cidade de Luoyang, quando 309 pessoas morreram no incêndio de uma discoteca que não tinha de saídas de emergência.
O pior caso remonta ao ano de 1977, quando cerca de 700 pessoas morreram no incêndio de um local público na província de Xinjiang (noroeste).
O final de semana foi trágico para os estudantes universitários chineses, já que na noite da sexta-feira houve uma explosão em uma área de dormitórios de um centro de ensino superior de Tianjin (norte do país) na morreram pelo menos morreram duas pessoas e 30 ficaram feridas.
O número de cibercafés irregulares preocupa as autoridades de Pequim. So na capital chinecesa calcula-se que haja cerca de 2.400 cibercafés, só 200 deles operam com permissão municipal.
O governo chinês não vê com bons olhos estes locais, pois os considera focos de delinquência e lugares nos quais os estudantes perdem um tempo que deveriam dedicar aos estudos.
Alguns veículos de imprensa independentes, no entanto, asseguram que a campanha governamental é no fundo uma desculpa para impedir a liberdade de expressão que há na Internet, mais difícil de controlar que a imprensa, a rádio ou a televisão.





