Fim da servidão voluntária
Mudaria a educação na esfera nacional. Trabalharia com a pedagogia de Carl Rogers, tirando os traumas causados por uma educação que preconiza a ''decoreba'', o ''acumular dinheiro'', o individualismo e a completa ausência do conceito coletivo, de grupos.
Com a educação que temos, usamos muito pouco de nossa capacidade. Não há poder de contestação. Se analisarmos, a morte não é o maior dos medos de uma pessoa. Nem a possibilidade de se ficar pobre. O maior temor é de falar, se expressar. Hoje, fala-se somente o que o sistema quer ouvir.
Nesse contexto da servidão voluntária, os resultados estão aí: não há contestação. Para resgatarmos a democracia, devemos optar pela mudança, então, se pudesse, certamente tentaria pôr fim à lógica de que ''é mais fácil destruir um átomo do que um preconceito''.
Trabalhos em grupos e em equipes, voltados ao conceito comunitário, do bem comum, seriam minhas intenções, devolvendo o conceito e as noções de análise à população: quem sabe, assim, não seríamos mais ''governados'' por 320 banqueiros reunidos no Instituto Internacional de Finanças.





