Com várias vacinas anti-Covid-19 sendo testadas mundo afora e no Brasil, falta pouco para as pessoas dizerem a palavra mágica “estou vacinado”. Mas até lá, ainda estamos à mercê e possível ameaça (se tiver fé, nem tanto), de um ser microscópico e decisões políticas questionáveis. A doença tem cura, e morre aqueles que por força das circunstâncias teria mesmo que morrer. Até o presidente Jair Bolsonaro já pegou a Covid-19, mas como ele já se curou até de uma facada mortal, o corona pra ele, deve ser “fichinha”. Mas como no começo, ele falou que era uma “gripinha comum”, aí ele teve que se curar, para mostrar ao povo que 50% é risco real e os outros 50% fica por conta daquelas decisões políticas (já viu, né ?)

Swami Veronesi (músico) Santo Antônio da Platina

Brasil, um país em transe

Quando surgiram os escândalos do Petrolão e do Mensalão, aconteceram alguns fatos interessantes, que revelaram a face instável de alguns brasileiros. Por exemplo: quem era a favor de prisões, de investigações bem feitas, era da direita e pessoa atrelada ou da própria elite brasileira. Agora, quando alguns negaram a ciência, promovendo até aglomerações, sem usar a devida máscara conforme todos os cientistas recomendaram, os críticos deles foram taxados, ferozmente, de comunistas e de esquerdistas. Com efeito, voltando um pouco o pensamento e os olhos para o passado, vemos um país que tenta, de todas as formas “morder o próprio rabo”, como se diz vulgarmente. O choque de opiniões, a intolerância, o negacionismo está encalacrado no sistema brasileiro. A república inteira, durante o século XX e agora no começo deste século, vem trilhando um caminho de frustrações, revoltas, ressentimentos e angústia sem fim. Um presidente se matou, parte grande do país chorou e envolveu-se num turbilhão de paixões; outro presidente renunciou; outro foi deposto; outro sofreu um “impeachment”; outro ainda sofreu novo “impeachment”. Agora, nesta imensa e interminável crise sanitária, onde morreram mais de 100 (cem) mil brasileiros, o país vive momentos de extrema comoção. Um país, o mais lindo do planeta; com um agronegócio insuperável, com um potencial em todos os sentidos invejável por quase todas as nações. Assim mesmo, não encontra o seu caminho, apesar das oportunidades já perdidas. Por que não temos a capacidade de ver as imensas riquezas da nação; de ver os gênios brasileiros, que outras nações levam embora. Se não discutirmos, com elegância e sabedoria, os nossos problemas, vamos cair sempre nas mãos de alguns oportunistas de plantão.

Servio Borges da Silva (advogado) Londrina

MEMÓRIA

29 de agosto de 2018

Londrina é a quarta cidade em crescimento populacional

O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgou nesta quarta-feira projeções populacionais estaduais e municipais de 2018. A pesquisa põe em evidência Maringá, Norte do Paraná. O município teve o maior aumento de habitantes do Estado. O resultado é 2,4 vezes maior que a densidade de Londrina, que, apesar de contar com um número maior de residentes (563.943 pessoas) tem menos pessoas aglomeradas: 306.52 habitantes por quilômetro quadrado, pelas estimativas do IBGE. No ranking demográfico estadual, Londrina segue atrás de Curitiba, com 1.917.185 habitantes. O município foi a quarta cidade que mais cresceu em 2018: aumentou em 5.504 residentes, segundo novas projeções do IBGE.

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