Se na iniciativa privada a flexibilidade de acesso dá a tônica do uso da internet, nas empresas estatais ele é mais restrito. No Paraná desde 2005 um decreto do Governo do Estado regula o uso da internet nos órgãos públicos e estatais.
Segundo o supervisor do setor de segurança de Tecnologia da Informação (TI) da Copel, Sérgio Sekula, esse controle tem como objetivo impedir a entrada de vírus e evitar a perda de tempo dos funcionários. ''Eles desperdiçam a coisa mais mais valiosa que a empresa tem'', afirma. Outro motivo apontado pelo supervisor é a possibilidade da Copel ser imputada por algum crime cometido por um funcionário utilizando os computadores da companhia.
Além de um filtro eletrônico que impede que os empregados visitem sites com conteúdo violento, pornográfico ou de entretenimento, os gerentes de setor têm mecanismos para saber o que cada um dos 5 mil funcionários com acesso à internet visitam. Também é proibido o uso de e-mails pessoais. Os funcionários podem utilizar um e-mail de propriedade da companhia (@copel.com), cujo tráfego é registrado. (A.A.)

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