Esporte paraolímpico
Se eu fosse o ministro dos Esportes
O Brasil mostra-se como uma potência voltada ao esporte paraolímpico. Prova disso deu-se no Parapan e nos últimos jogos Paraolímpicos. Acredito que certamente teríamos mais medalhas e mais reconhecimento se, não somente nas competições, mas nas escolas, com os professores, e nas instituições, trabalhássemos em prol de uma melhor evolução do esporte paraolímpico.
É importante lembrar: temos muitas referências no paradesporto, tanto na natação como no judô. O vôlei sentado, o golbol, pouco conhecido no Brasil, mas bastante interessante, entre outras práticas, referendariam o Brasil como referência no esporte e, em especial, como país incentivador.
Se pudesse mirar um exemplo, me ateria a Cuba, uma nação pequena, com poucos recursos, que se destaca em todas as competições, revelando-se, também, uma incubadora de talentos.





