Rompa e inove suas atitudes

Recentemente, a FOLHA publicou um artigo meu intitulado "Vigiar e punir". Não preciso dizer que recebi algumas críticas, porem, me senti gratificada por entender que esses críticos leram o texto. Como profissional da área de trânsito, sempre contei com o apoio da nossa Folha de Londrina para encaminhar artigos de cunho educativos. Após varias décadas nessa área, ainda me pergunto por que os nossos condutores resistem em não serem educados com outros que interagem com ele nesse trânsito? Ouço o quanto não aceitam a multa por infração praticada. Alguns transferem essas multas e pontuações a alguém da família ou outra pessoa qualquer, para se safar da punição. Outros buscam um profissional que faça sua defesa, alegando justificativas infundadas. Alguns conseguem o deferimento de seu recurso; outros se revoltam. Todavia, em nenhuma dessas condutas conseguem mudar de seu comportamento infrator.
Autoridades pedem uma punição mais rígida. Entendo que não se trata apenas aumentar os valores das multas ou suspender temporariamente sua habilitação. Outros acreditam que a CNH é um direito adquirido, mero engodo, pois agindo com imperícia, deveria perder esse direito. No entanto, pasmem, tenho recebido com frequência propaganda de um "Manual de Multas", com os dizeres: "Foi Multado? Não Pague! – Aprenda técnicas legalizadas para anular suas multas e pontuações!". Ainda: "Saiba como recorrer de suas multas de trânsito sem auxílio de advogado ou despachante! Conheça as técnicas legais para cancelar suas multas e pontos da CNH". "Não abra mão dos seus direitos?"
O que acham? Do que vale a legislação de trânsito mesmo com alguns poréns?
Do que vale "vigiar e punir? Afinal, que direitos são esses para que o infrator não abre mão? Será que essa é a melhor forma para termos um trânsito seguro?
Por favor, você que acaba de ler esse artigo, reflita e rompa com suas atitudes errôneas e inove seus comportamentos adequados.

JULIETA ARSÊNIO é psicóloga em Londrina e diretora do departamento de Acidentes, Crimes e Perícias de Trânsito da Associação Brasileira de Medicina de Tráfego



Genes extraterrestres no DNA humano

Os cientistas estão descobrindo e admitindo o que a ciência não convencional - em muitos casos vanguardista - já sabia e tem revelado: que o atual tipo humano terráqueo é resultante da miscigenação de raças de fora deste planeta com primatas e os primeiros indivíduos da Terra que ganharam potencialidades anímicas e espirituais. Esses cientistas, sob a chefia do professor chinês Sam Chang, chegaram à conclusão de que 97% do nosso DNA são códigos genéticos de formas extraterrenas. E que no passado remoto extraterrestres se ocuparam de experimentos de mutação genética e de criar novas modalidades de vida em outros mundos, inclusive a Terra. Tais cientistas ainda não falam de quais pontos do universo procederam aqueles seres - denominados semeadores e aperfeiçoadores de vidas -, mas sabe-se que eles foram de início os nephilins, ou anunnakis (os "filhos dos anjos", na versão bíblica), oriundos do que a astronomia contemporânea denomina Planeta-X e que os sumérios de era remotíssima já haviam intitulado de Nibiru, uma gigante esfera do nosso sistema solar. Parece não pairar dúvida de que o ser humano terrestre tem em si inscrito o selo de humanidades que vieram das estrelas, e que esses precursores cósmicos acompanharam o nascer dos seres ainda infantis na escalada física evolucionária da Terra. E mais, que habitantes de outros mundos sempre cederam informações e tecnologias aos terráqueos, estabeleceram parcerias com governos e, obviamente, exigiram contrapartidas. Em tempos relativamente recentes esses acordos tiveram a participação de proeminentes nações, e isto ainda persiste. Há coirmãos cósmicos colaboradores mas também conquistadores perversos que cobiçam nosso planeta e exercem domínio pesado sobre segmentos da humanidade terrena. Eles atuam sobretudo nos governos, nas religiões dominantes, na mídia eletrônica, na área acadêmica, enfim em corporações de diferentes naturezas que exercem poder de influência sobre as massas. Mas também exércitos protetores de elevadas esferas nos cercam e não raro se confrontam com legiões cósmicas contrárias, porque tudo o que há de bom e de ruim na Terra existe também em todo o Universo.

WALMOR MACCARINI é jornalista em Londrina

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