ESPAÇO ABERTO
Uma nova consciência vai amadurecendo
Os maias vinculavam os males físicos a tormentos espirituais e ensinavam que o inferno é a ignorância; e o paraíso, a sabedoria. Eles nunca disseram que o mundo iria acabar em 21 dezembro de 2012, nem em outra data, mas sabiam o que seria o fim de um ciclo e início de outro. E neste ciclo que agora começa, nosso sistema solar, em seu novo giro em torno das 12 casas do zodíaco, subirá uma oitava dentro da espiral ascendente.
O giro que ora termina iniciou-se numa mesma era de Aquário e se completa ao chegar de novo a esta constelação. São cinco ciclos de 5.125 anos, que somados significam um dia galático. A era de Aquário será influenciada pela dimensão feminina da Deidade. Isso propiciará à humanidade terrena um grande avanço em sua sensibilidade e espiritualidade, portanto, de mais harmonia. Os maias habitavam a província mexicana de Yucatan, a Guatemala e Belize. Suas antigas edificações estão lá. Nem todos os maias eram iluminados, mas apenas os sacerdotes.
Suas sete profecias, em síntese, foram estas: 1) grande abertura da consciência da humanidade a partir da era que agora vivemos; 2) mudança física do sol, transformando o comportamento dos habitantes de Terra; 3) o aquecimento global, que ora está acontecendo; 4) o consequente derretimento das geleiras, que resultará na elevação da água dos mares e na inundação das faixas litorâneas; 5) colapso no sistema de informática (atente-se que eles se referiam a uma tecnologia que então não existia, mas da qual já tinham conhecimento); 6) a trajetória de um corpo celeste na direção da Terra; 7) o alvorecer de um novo tempo, de mais iluminação, paz , sabedoria e solidariedade.
Mestres das elevadas dimensões também nos revelam agora que ingressaremos numa era de grandes revelações, que certamente corrigirão equívocos milenares acerca do universo e do que somos nesse contexto. Tudo se encadeia, e isto não é coincidência.
WALMOR MACARINI é jornalista em Londrina
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45 anos em defesa da saúde de qualidade
A Unimed encerra 2012 com cerca de 18,8 milhões de clientes, presente em 83% do território nacional, 112 mil médicos cooperados e 106 hospitais. Esses números colocam a organização na liderança do mercado brasileiro de planos de saúde, com 38% de participação em um universo de 48,7 milhões de usuários, segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). Além disso, temos a segunda maior rede de hospitais do país e 1/3 dos médicos em atividade no país. Somos reconhecidos como o plano de saúde mais admirado pelos brasileiros desde 1994, segundo o Datafolha. Forte, a marca Unimed tem valor superior a R$ 3,22 bilhões, segundo o Brand-Finance.
Estatísticas oficiais comprovam a dificuldade de empresa privada no Brasil concluir o segundo ano de vida. Criada por um grupo de médicos de Santos (SP), em dezembro de 1967, em meio a um período político conturbado, a Unimed deseja oferecer dignidade aos médicos e serviços de qualidade aos brasileiros. Nascia a União dos Médicos, uma organização que incluía o caráter social ao mercantilismo na medicina. O Brasil tinha 86 milhões de habitantes, um PIB de R$ 600 bilhões e taxa de fecundação de 6,7 filhos por casal. Hoje, o país é a 6 maior economia do mundo, tem PIB superior a R$ 4,1 trilhões, conta com 200 milhões de habitantes e 1,9 filho por casal.
Acompanhar a dinâmica da economia e o fortalecimento do país não é fácil. Porém, a filosofia da Unimed ganhou dimensões nacionais, chegando a 367 cooperativas e a tornando a maior cooperativa médica do mundo. Isso não significa que a organização esteja apenas colhendo frutos do seu tamanho. A Unimed entende que precisa ajustar seu modelo de atuação, focar na prevenção, atenção primária à saúde, profissionalização da gestão e melhor integração dos serviços em nível nacional. Essa motivação está por trás do projeto ''Conhecer para transformar'', lançado em 2011, que definiu os temas principais da transformação da Unimed: Intercâmbio Nacional; Governança Cooperativista e Gestão; Operadoras x Prestadoras; Remuneração Médica; Mercado e Competitividade; e Regulação e Tributos. Esses 45 anos são um símbolo da mudança gerida internamente mas que também atinge a saúde brasileira como um todo.
EUDES DE FREITAS AQUINO é presidente da Unimed do Brasil





