Arbitrariedade de um povo
Está sob responsabilidade dos brasileiros - mais uma vez - a ideologia dominante para as políticas públicas. Ao menos, deveria ser assim. Até outubro, o eleitor deverá quantificar e qualificar o discurso político e com senso crítico dividir o ''Mar Vermelho'': para um lado a politicagem; para o outro a política em si. Seguindo o pensamento filosófico de Hannah Arendt, temos a necessidade de avaliar estes dois caminhos para observar a fundo o que é válido para nossos interesses coletivos. É mais do que uma questão de voto obrigatório, e sim de planejamento.
Perceber o ideal de cada candidato é apenas o início. Temos ainda que verificar a composição das alianças, a vida pública e até mesmo fatos que marcaram ou envolveram tais políticos. É comum os brasileiros influenciarem-se por indicações, conspirações e coligações de última hora, ofertando terreno para a politicagem. Mas será mesmo que ''os grandes'' da política estadual ou nacional, sabem o que é melhor para as cidades?
É esse jogo partidário que parece estar arbitrando o contexto democrático do País. Caímos então em outro questionamento: seria esta a democracia pautada em nossa Constituição? Temos de observar a política com novos olhos, analisar, criticar e debater, pois só é justa a política livre de politicagem. E deveria ser válido apenas o voto refletido.
Em um país como o Brasil, onde o povo clama por saúde, educação e outras benfeitorias públicas, o voto é o recibo. Quem não é limpo antes das eleições, também não será depois, é uma questão lógica. Portanto, cabe ao eleitor dirigir-se às urnas no dia 7 de outubro sabendo que vai escolher o melhor projeto, sem nada em troca, pois, temos este direito. Conseguimos a igualdade democrática, e agora cabe a nós sabermos fazer uso dela.
JOSIVAM MARTINS é estudante de Administração na PUC-PR em Londrina



A Terra em expansão de qualidade
Nosso mundo está sendo banhado por energias cósmicas regeneradoras nunca dantes manifestadas, embora as turbulências que estão acontecendo e ainda irão acontecer, porque isso também faz parte do processo de transição. Essa chuva benfazeja chega de sistemas mais inteligentes, trazendo em seu bojo revelações que expandirão a cosmoconsciência da humanidade. Por isso nosso planeta passará por um grande salto de qualidade.
Não somos apenas nós que temos um compromisso com a Terra (embora os principais responsáveis), mas toda uma vasta comunidade universal, porque o que acontece mais além tem reflexo aqui, e o que ocorre aqui reflete lá. É um privilégio estarmos aqui agora, um tempo que assinala o alvorecer de uma nova era. Nossas mortes físicas não nos afastarão dessa jornada, porque retornaremos, até que tudo se cumpra.
Um dia, em nosso país, as populações indígenas viram chegar homens diferentes, vindos de além-mar e pilotando caravelas. Fato semelhante irá acontecer conosco com relação aos visitantes extraplanetários. Também eles estão envolvidos no processo de elevação do nosso planeta, que está prestes a chegar à conclusão, ou seja, a libertação. Porque, conforme está revelado, a Terra ainda tem um laço cármico com o episódio da rebelião de Lúcifer, que aconteceu há cerca de duzentos mil anos, e o então Príncipe Planetário e regente terreno aderiu a essa insurreição contra o Criador. Lúcifer era um ser da elevada hierarquia celestial, soberano do sistema ao qual estamos ligados e que abriga outras seis centenas de mundos habitados.
Fazemos parte da grande comunidade universal e somos maiores do que nos supomos e do que nos fizeram crer. Se hoje nos encontramos aqui em tão baixa dimensão, não significa que sejamos involuídos, eis que temos a incumbência (entre outras) de soerguer nosso combalido planeta.
WALMOR MACARINI é jornalista em Londrina

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